Belize foi um local óptimo para descansar e divertir-me com o meu grande amigo Miguel. Um local com uma boa onda tremenda e que me ajudou a tomar algumas decisões.
Faz dez meses iniciei esta aventura à volta do Mundo. Hoje escrevo-vos de casa. Voltei!
Volto um homem feliz, realizado e com uma visão diferente da vida e do mundo.
Durante todos estes meses de viagem ouvi por diversas vezes a expressão: “tenho o melhor escritório do mundo”. Na Ilha da Pascoa voltou a acontecer. E acredito! Um local fantástico e enigmático!
A viagem à Antárctica foi uma viagem de sonho com paisagens e vida animal de uma beleza que nunca antes tinha presenciado ao vivo. É simplesmente algo de fabuloso. Algo único.
Na Austrália carimbei o meu passaporte mais uma vez. Desta vez com um país, ou principado, do qual nunca tinha ouvido falar. Realidade ou aberração? Leiam e decidam por vocês!
Quando o calor é brutal só há uma solução: viver debaixo da terra. É assim em Coober Pedy onde as temperaturas atingem os 50ºC durante o dia e os 32ºC graus à meia-noite.
Estou em Alice Springs há alguns dias e o tempo fez-me mesmo mudar os planos e até cancelar um voo. O que vale é que estou com amigos que moram aqui e tenho conseguido descontrair e descansar.
Nos últimos sete dias andei no Sul da Austrália em road trip. Desde Melbourne até Adelaide com passagens pela Ilha dos Cangurus visitei praias fantásticas e vi os animais que caracterizam este fantástico país. Tive ainda tempo para ir a Barossa Valey provar alguns dos vinhos mais famosos da Austrália.
A Tasmânia sempre foi um local que habitou o meu imaginário como algo de muito diferente e místico. Mas o facto de esta ilha não ter fugido ao mau tempo que ataca a costa este da Austrália impediu-me de a ver em toda a sua plenitude. Ainda assim valeu a viagem.
Muita curiosidade me despertava Goa. Primeiro por toda a herança portuguesa que esperava ver e depois por ser um local que me diziam completamente diferente de toda a Índia.
Adoro comida indiana e em Udaipur resolvi ter uma aula de culinária. Mas essa aula revelou-se muito mais que uma simples aula. Revelou-se uma história de vida impressionante que foi sendo contada à medida que fui fazendo nans, chapatis, massalas, pakoras, paranthas, entre outras iguarias.
Viajar na índia é, como tudo neste país, um desafio. Muitas pessoas têm curiosidade para saberem como se viaja por aqui. Resolvi contar a minha experiência
Pois é depois de mais de quatro meses a andar e conhecer novos países e realidades chegou o momento de descansar.
Irei para as Maldivas alguns dias relaxar, mas sobretudo encontrar-me com alguém muito especial.
Estou Feliz!
Nepal foi um país fantástico. Com paisagens de cortar a respiração, muitas aventuras, com pessoas espectaculares e acima de tudo com uma cultura extremamente diferente e que me atrai imenso.
Em todas as minhas viagens, especialmente fora da Europa encontro sempre imensos Israelitas.
Aqui no Nepal essa experiência foi ainda mais interessante e permitiu-me conhecer pessoas extraordinárias.
Quem são estas pessoas com capacidades fisiológicas para trabalharem, viverem e carregarem imensos pesos a elevadas altitudes? Quem são esta pessoas indispensáveis ao turismo e à industria do trekking no Nepal?
Depois de quase todos os meus sentidos terem sido “atropelados” por uma cidade caótica, confusa mas muito interessante pela diversidade cultural encontrei um local que foi um oásis de tranquilidade.
A viagem pelo Tibete foi a viagem duma vida dentro duma viagem duma vida. Tanta coisa para contar, tantas histórias, tantas pessoas, tantos sentimentos, tantos momentos. Mas antes há algo mais importante sobre a qual sinto necessidade de escrever
Tokyo sempre esteve no meu imaginário como uma cidade extraordinária, dinâmica, com coisas muito diferentes e sobretudo electrificante. Confirmei isso mesmo e neste momento junta-se a New York como uma das minhas cidades preferidas.
A nossa estadia em Macau foi óptima para descansar, recuperar forças e preparar as próximas viagens e destinos. Para já eu sigo para Tokyo uns dias e depois para a semana junto-me ao Jorge e iremos para o Tibet seguido de Nepal.
Hong Kong para mim ficará para sempre associado a uma pessoa – Ivan Lee. Foi ele mais uma pessoa que marcará para sempre a minha viagem e esta passagem por esta ilha vibrante onde as compras e sobretudo a comida ficam, para mim, como a sua imagem de marca.
A China trazia grandes expectativas na minha cabeça quando planeei esta viagem. Por várias razões, pela dimensão, pela diferença cultural acentuada, pela dificuldade da língua, pelas pessoas, pela história milenar e por todas as belezas naturais que por aqui existem.
A nossa estadia em Chengdu ficou marcada pela chuva, muita mesmo, no entanto ainda conseguimos fazer algumas coisas e de qualquer forma temos regresso marcado em Setembro.
Em Yangshuo vi das melhores belezas naturais da China mas ao mesmo tempo vi o pior nalguns chineses aldrabões.
Tudo experiências de vida. Viver e aprender!
Em Shanghai descobri uma cidade fantástica, viva, com cor e energia inesgotável. Cheio de arranha-céus, mais parece que estamos em NY ou outra cidade mais conhecida e moderna. Ao mesmo tempo fomos à Expo 2010 e fiquei maravilhado com o que vi.
Xi’an é fantástico com imensas coisas para ver e fazer na cidade e arredores. Ando um pouco perdido com a língua mas mesmo assim a interacção com as pessoas é muito boa.
A viagem que fizemos à verdadeira Mongólia foi fantástica. Tanto a nível da paisagem como a nível humano. Os locais lindos que conhecemos, as amizades construídas, as pessoas que conhecemos, as experiências que vivemos e as histórias que vivenciamos...
Queremos começar por deixar UM MUITO OBRIGADO a todos aqueles que nos enviaram propostas em resposta ao nosso Desafio.
Foram muitas e não foi fácil a escolha. Procurávamos algo que ajudasse a diferenciar a nossa dupla ao longo desta aventura, algo que ligasse o original ao inovador, divertido e acima de tudo algo que ficasse na memória das pessoas.
Depois de alguma investigação e de perceber o dilema que iam ser os vistos tivemos que recorrer à ajuda de profissionais. Neste momento já temos o visto da Rússia e da China no nosso passaporte.
Nos últimos tempos tenho contado aos meus amigos o que decidi fazer da minha vida. Tenho tido “a conversa”, a qual invariavelmente começa sempre da mesma forma: “decidi largar tudo e ir dar a volta ao mundo!”
Hoje fiz a nossa primeira reserva, 3 noites em Ulambatoor na Mongólia, no Golden Gobi Hostel. Tive de o fazer porque queremos apanhar o maior festival do pais – o Naadam Festival, e os hostels ficam esgotadas muito antes.
A 11 de Janeiro chega a primeira grande boa nova. A primeira de várias esperamos nós.
A National Geographic na sua vertente Adventure dará apoio ao projecto.
Esse apoio terá diversas contrapartidas mútuas.
Estou feliz, sem dúvida que tendo um apoio desta dimensão ao projecto e mais tendo presença e visibilidade nos sites www.natgeo.pt e publicações no site www.natgeoadventure.tv irá certamente permitir chegar a mais públicos e ainda mais direccionados.